A primeira versão da série 2 mudou a forma de estender o sistema. O plugin passou a ser um pacote com dados próprios, que o sistema reconhece e instala sem alteração no núcleo.
O que entrou
- Detecção dinâmica: o sistema encontra os arquivos de dados do plugin, sem lista fixa no core.
- Rastreio de origem: registros criados por um plugin levam o identificador dele. A nota da versão aponta o objetivo: permitir, no futuro, a desinstalação limpa.
- Modelos de desenvolvimento: scripts padronizados de versão, commit e lançamento, que funcionam em qualquer repositório de plugin.
- Identificadores textuais: as referências a módulos deixaram de ser numéricas.
O que mudou para quem já usava
Foi uma versão com quebra de compatibilidade: a migração para identificadores textuais e a nova estrutura de plugins exigiram adaptação dos plugins antigos.
Três dias depois, a 2.0.21 unificou os registros de log das operações de banco dos plugins e corrigiu conflitos na instalação pela web.
Origem: Core · v2.0.0