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O CSS ganha procedência e pode ser reconstruído

O sistema passa a saber de qual HTML cada CSS compilado saiu, aponta o que ficou desatualizado e recompila a partir do conteúdo que o banco realmente serve.

O site serve HTML e CSS do banco. O compilador, porém, lia os arquivos do repositório. Quem editava uma página pelo painel mudava o HTML no banco, e o CSS continuava sendo o do arquivo antigo: classes novas chegavam ao visitante sem regra nenhuma.

A decisão

HTML e CSS escritos por alguém são autoria. CSS compilado é derivado: pode ser refeito a qualquer momento e não deve ser preservado como se fosse trabalho do usuário.

O que entrou

  • Assinatura de procedência: cada recurso guarda a assinatura do conteúdo de que o CSS foi gerado. Sem assinatura, ou com assinatura diferente, o CSS conta como desatualizado.
  • Invalidar, nunca apagar: uma atualização que mexe no conteúdo marca o CSS como desatualizado, mas não o remove. Apagar deixaria a página sem estilo até alguém recompilar.
  • c2f css:audit: mede, por tabela, quanto CSS está desatualizado e quantas classes estão sem regra.
  • c2f css:rebuild: recompila a partir do HTML do banco. Com --url, usa também o HTML que a página realmente devolve, o que dispensa declarar de onde vêm as classes.

O mesmo lote corrigiu um defeito antigo: o conteúdo escrito no editor de texto dependia de CSS que a página pública nunca carregava. Recuos e alinhamentos funcionavam ou não conforme o botão usado. Agora a folha do conteúdo entra sempre que a página tem texto desse editor.

Num lote de 80 páginas medidas, as classes sem regra caíram de 1.538 para 291.

Origem: Core · req-141 · BATCH-144

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